sábado, 3 de julho de 2010

Mas quando ela pegar suas mãos e não me encontrar por ali, quando não disser de mim no seu passado presente, futuro. Não me ler em nenhuma das linhas: a do amor, da vida, da saudade.. não se espante. Não se engane.
Ela não perdeu a clarividência, nem eu fui um devaneio.
É que eu sou uma entrelinha. Uma entrelinha invisível, escrita em braile na palma das suas mãos.

2 comentários:

Rozanna disse...

A vida é feita de detalhes entrelinhas são muito importantes!Como lindo é esse poema!(Heitor)

Inglês com a Mari Inês!!! disse...

O meu poema favorito. So far... Coloquei no meu perfil se me permite.
Bjs